Até tinha um deus, tal é a sua preciosidade.
Branco, tinto, verde, rosé, o que interessa é que seja vinho, bom de preferência e que haja con fartura.
Há uma música, inclusivamente, que reza assim, “pão e vinho sobre a mesa…”, e é nesta aceitação cultural que ele vive descançado, quase intocável, enquanto as famílias que o têm sobre a mesa, ou não, destruturam-se e ganham doença.
O Baco não tem culpa e as uvas muito menos, ele existe, o vinho, para ser bebido e desfrutado, e assim deve continuar. Desfrutável.

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