ou paixão é a mesma coisa. É também o nome do último albúm do Rodrigo Leão, o qual tive a oportunidade de ouvir ao vivo em Santa Maria da Feira e devo de confessar que gostei bastante. Já tinha tido a oportunidade de o ver, também ao vivo, mas desta feita no Teatro Gil Vicente em Coimbra, aquando da apresentação do Alma Mater e já na altura fiquei rendido a toda a concepção do concerto. Nos dois foi perfeitamente visivel o tom intimista que ele pretendia dar ao espectáculo e foi, quanto a mim, perfeitamente alcançado. Desta vez, no Europarque, o público aclamou-os e tiverem que vir duas vezes ao palco, e das duas vezes toda a gente se levantou e aplaudiu o que considero ser um dos poucos músicos portugueses que dedicam a sua obra à wordl music ou, por outras leituras, à música moderna.
Oiço com gosto todas as músicas, agora, e estas fazem-me recordar aqueles momentos mágicos de luz e som.