Já tinha ouvido falar muito do filme mas só agora tive a oportunidade de o ver e devo confessar que ao contrário do que estava imaginei até então, não considerei o filme como verdadeiramente fantástico, bom, mas não sublime. Um filme simples onde está reflectida a pureza da personalidade do Dalai Lama, a intensidade dos sentimentos do Homem e a sua capacidade de mudança, a sua versatilidade, a sua luta, a incoerência de actos, a ignorância da guerra, a falta de diplomacia na diplomacia, o traição…
Ver este filme é ter um primeiro contacto com a realidade do povo tibetano. Pessoalmente nutro grande simpatia pela filosofia budista, aliás das religiões que conheço, o budismo é o que mais se aproxima das minhas crenças.
A minha primeira abordagem ao tema Budismo deu-se com um livro em que o Dalai Lama dava uma entrevista a um historiador francês, Jean-Claude Carrière (autor do livro, Tertúlia de Mentirosos), que achei fantástica, posteriormente a esse encontro fui tendo algumas incursões mas nada de forma aprofundada.
Mas nunca se sabe se não irei aprofundar mais os meus conhecimentos, afinal o mundo dá sempre tantas voltas e não me importava nada de conhecer o Tibete!
adorei este filme!
O cabeça de arenque é o mair!
BOA