Esta sexta-feira, no DNA, aparece o célebre cientista português, que um dia decidiu ir para os Estados Unidos, porque cá não tinha as reais condições para trabalhar (ele não é certamente o único e não será o último), a dar uma entrevista. Só hoje é que a consegui ler, fruto de ter canalizado tempo para outras coisas que também estava a precisar, descansar.
Confesso que ainda não li nenhum livro dele, o que não me deixa particularmente satisfeito, mas também não faço disso uma tragédia.
É só uma questão de organização de tempo, mas depois do que li está para muito breve.