Na noite de domingo para segunda morreu o pai de um colega de profissão.
Não vale muitos comentários, pois a morte é sempre algo de dramático, pelo menos para aqueles que estão em linha directa com o elemento que morre.
Mas depois de receber a notícia existe sempre um momento de reflexão, profundo, angustiante e perturbador que é: “- Mas o que é que eu ando aqui a fazer?”, “Hoje estou vivo e amanhã posso estar morto, será que ando a gozar a vida como deveria?”. E depois destas questões, existe uma interiorização de que as coisas devem realmente mudar. Mas será que mudam mesmo?
A única coisa que te posso dizer é: “Seize the day!”, nunca sabemos quando ela nos bate à porta!