Existem muitas formas de fazer negócio e uma delas é explorando, de forma incondicional, os produtores. Contudo existe uma nova forma de olhar para o mundo comercial, em que quer o produtor quer o consumidor não são explorados.
Tiva o primeiro contacto com os produtos do Comércio Justo numa feira internacional de associações realizada na cidade de Porto em 2001, daí até consumir os referidos produtos foi um ápice.
Sem dúvida que os princípios do Comércio Justo são extremamente interessantes assim como os produtos, que desde já recomendo, pois são todos manufacturados e/ou de produção biológica.
Em Portugal já existem algumas associações que promovem este conceito de comércio solidário mas comparando ao que se passa no resto do mundo (principalmente europa central e do norte) é, consideravelmente, muito pouco.
É sem dúvida uma forma diferente de ajudar os países da América Central, Sul e África, consumindo produtos que vão desde o vulgar chá até às mais elaboradas peças de artesanato.
Vale a pena descobrir o mundo.