
Como tinha dito ontem fui mais um espectador do Fantasporto 2004, e valeu a pena. O filme, INNOCENCE de Paul Cox, não tinha imagens fantasmagóricas, não tinha sangue, nem terror, nem unicórnios, nem ciborgues, tinha, isso sim, imagens de grande beleza, de grande emoção, algum humor e de muito, muito afecto.
Uma história a provar que o amor não tem idade, que quem muda são as pessoas, pois a essência mantém-se inalterável. Que devemos sempre dar valor ao que temos e preservar isso como se fosse o nosso maior tesouro.
Existe contudo uma frase no filme que transmite a verdadeira causa da essência humana (para mim claro!), ” - Nós existimos para amar, só o amor faz sentido, nada mais. Amar a natureza e todas as coisas que nos rodeiam”.
Eis uma prova de como o cinema, alternativo, continua a ser uma boa solução para quem deseja ver outras imagens, outras formas…
Search
Entradas relacionadas
- No related posts