Arquivo de Março, 2004



Eurípedes – (480 – 405 a.C) TRECHO DE “BELEROFONTE” Quem disse alguma vez que há deuses lá nos céus? Não há, não há, não há. Não deixem que ninguém, mesmo crente sincero nessas velhas fábulas, com elas vos engane e vos iluda ainda. Olhai o que acontece, e dai a quanto digo a fé que […]

Ontem saiu no Público o cd duplo Movimentos Perpétuos – Música para Carlos Paredes. Este é um trabalho que reune vários músicos, de diferentes estilos, que assim prestam uma homenagem a esse icon da música portuguesa. Confesso que era um cd que perseguia há algum tempo, inclusivamente já o tinha mas em formato mp3, e […]

cr ia r

agarro numa qualquer palavra ou significado e brinco-o. porquê? é um momento de criação é um momento de um prazer que não cabe numa qualquer brincadeira Partilhe este artigo:Tweet

olho na esperança de ver mas são tantas as vezes que julgo que estou cego Partilhe este artigo:Tweet

é lá longe, sim lá longe onde o meu olhar não alcança onde tudo acontece de forma certa. aqui onde existo os conteúdos são falsos, empregnados de uma ilusão falsária de bem estar e é lá longe onde não estou que me identifico, que me reconheço e renasço por cada gesto que imagino. é um […]

palavras corrosivas

as palavras escorrem-me pela garganta dilacerando o meu peito à medida que se precepitam para o húmus são como ácido corrosivo que marcam de forma incontornável o percurso que ladeiam Partilhe este artigo:Tweet

escrever na noite

abre-se a noite e com ela a porta para um exercício solitáio. penteio na folha a mina que se desgasta ao sabor do pensamento e estende-se assim por respiros lentos e pesados Partilhe este artigo:Tweet

Hope Sandoval

Estava perdido nos meus cd´s de mp3 que habitam a minha mesa e descobri algo que estava guardado mas que não me era totalmente desconhecido, Hope Sandoval. A sonoridade é belessíma e a voz leva-nos ao limite da incerteza. A ouvir com descontração e com ouvidos bem abertos! Partilhe este artigo:Tweet

Na infinitude dos sons onde a loucura se transforma numa suave dança de imagens as pálpebras cerram-se e uma ligeira brisa desce pela pele e expande-se no espaço vazio de conteúdo e o corpo ganha contornos de azul-cobalto e dispersa-se na melancolia de um suspiro Partilhe este artigo:Tweet

molduras

Sem saber dei por mim a dar valor às molduras, bem talvez não seja às molduras propriamente dito, mas sim ao que elas podem conter. Existem muitos tipos de molduras, de madeira, de ferro, de estanho, de plástico, de gesso…bem como muitas formas, redondas, ovais, quadradas, rectangulares, triangulares…mas o que interessa verdadeiramente é o que […]




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