Agora assistimos a um novo ataque aos consumidores, as enciclopédias a vulso!
Os jornais consideram que os livros, e os dvd´s não eram suficientes e então apostam neste novo formato. Continuo a achar que em nada faz aumentar a “cultura” da maioria dos portugueses, mas confesso também que dá alguma ajuda àqueles que de outra forma nunca poderiam ter acesso a este tipo de material.
A enciclopédia do Público vem no formato tradicional, isto é, em papel, e eu, esperava ansiosamente pela do DN, em digital. A publicidade, que corria, alertava que o lançamento estaria para breve. Ora bem, nesta sexta saiu por fim a referência à forma da enciclopédia, mas devo de dizer que me decepcionou. Porquê? Porque é preciso recolher dez cupões e colocar numa carderneta e depois tocar num quiosque por um cd, que dará assim acesso aos conteúdos da obra. O que acham disto? Eu acho mal.
Primeiro nem toda a gente tem internet em casa e segundo, se pretender esclarecer uma dúvida não vou a correr para o computador, ligá-lo, digitar uma password e depois pesquisar o que pretendo.
Acho que deveria ter feito a do Público, afinal papel é papel!


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