Passados 10 anos lá regressei ao SuperBock Super Rock, desta feita para assistir a um dos concertos mais aguardados deste ano, o dos Pixies.
Fui relativamente cedo para o recinto, quando cheguei os Liars estavam a terminar a sua actuação. Entrado dentro do recinto, coisa bem organizada e rápida, fui fazer uma prospeção de terreno. Lá dentro já deambulavam largos milhares de pessoas (reza a história que estavam cerca de 70 mil pessoas) que saltavam de barraca em barraca em busca de saciar os seus desejos (a organização estava péssima no que toca aos comes e bebes, filas intermináveis e falta de produtos). As horas foram passando, os grupos foram tocando e aproximava-se a hora do grande concerto. Às 21h ouviram-se os primeiros acordes que fizeram, automaticamente, delirar os muitos fãs dos PIXIES.
O alinhamento foi perfeito, fazendo uma retrospectiva do “melhor” do grupo, o público esse assistia, uns em euforia constante, outros numa apreciação muito íntima. Recordo-me de ter comentado que não tinha sentido uma grande comunicação com o público e que não tinha sentido o público a vibrar com a banda, mas de facto a música é uma das melhores formas de comunicação.
Sento que cumpri um desejo, ver os PIXIES ao vivo. Liguei por fim aquelas letras e músicas com as caras, que só existiam, para mim, no pequeno ecrã.
Sobre a comunicação já te disse a minha opinião, e até a escrevi no meu blog.
No local onde me encontrava acredita que o público vibrava!