Depois de uma semana de silêncio, por opção e por imposição, volto.
Mas volto com alguma angústia, pois olho para os espaços brancos à minha frente e não os consigo preencher.
Deixo então mais um espaço para o silêncio, mas logo de seguida sinto algum desassossego, que me não me deixa indiferente e me impele.
Rascunho o silêncio com som acústico e som de teclas a gravar caracteres e por momentos sinto-me mais preenchido.
Opto então pelo não-silêncio.