the village

Andava com sede de ir ao cinema e o filme “The Village” parecia ser uma boa opção. Tinha ficado curioso pela apresentação que tinha visto no cinema, tinha ficado intrigado pelo markting que tinham feito e a história parecia ser para lá do diferente. Fui então ver o “maldito” filme, cheio de suspense e com sala mais que cheia.
A história começou a desenrolar-se, com contornos estranhos, fantásticos, maquiavélicos, humanos…a emoção existia no ar, contida…davam-se saltos nas cadeiras, provocados por uma porta a abrir, por uma mão que teimava em não ser agarrada, pela excelente fotografia que o filme tem.

Os homens podem inventar a sua própria realidade, podem querer adulterá-la, podem querer esconder-se, podem querer viver outras vidas, podem querer controlar, podem até, através das cores proibidas, pintar o cenário mais sombrio, podem fazer tudo isto julgando que estão a fazer o mais certo e correcto…podem fazer o que quiserem. É o Homem.

O filme apresenta a sua história, com vários conceitos associados, que podem ou não ser analisados e/ou discutidos.

Não considerei um filme fantástico, incontornável.


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