Faz uma semana que eu estava numa aldeia perto de Seia. Uma aldeia pequena e simpática. Com um rio límpido, onde eu já tomei banho num Verão, uma aldeia com casas pequenas e com algumas aberrações urbanísticas pelo meio. Uma aldeia calma onde as pessoas se cumprimentam na rua e onde a praça central, pequena também, é um ponto de encontro de pessoas e memórias. Uma aldeia onde tudo parece andar devagar.
Um fim de semana passado com amigos, em casa de uma amiga, e com os pais dela, que são excelentes. Um fim de semana de reencontro, de histórias, de descanço, de comida caseira, de petiscos únicos, de aguardente de Zimbro(!), de lareira, de passeios, de bem estar e de um grande agradecimento.
É pena as coisas boas terminarem depressa. Tudo foi perfeito. Havemos de combinar mais coisas assim. Espero.
Bonito post - uma espécie de fotograma de um filme acontecido (aconteceu-te, lá pela serra)…
Agradeço-te o comentário… apeteceu-me comparar o que disseste com a sensação que, por exemplo, os Múm, Sigur Ros ou os Under Byen, me provocam - embora não os entenda, percebo-os muito bem.
Obrigado, Cajó…
Também gostei muito do fim-de-semana…
Só foi pena o boicote ao meu karaoke (hehehe).