sem título

lá fora, no percurso das cidades,
vagueiam árvores entroncadas, cheias de força,
têm nos braços prolongamentos de si
que agora se agitam em cores fantásticas,
cobrindo de magia um respirar adocicado.

dançam as cores na simbiose perfeita
e os nossos olhos correm deslizantes, puros
reclamando sempre aquela imagem
como simbolo de uma estação