a queda de um anjo

Finalmente a atitude desejada e necessária do Presidente da República. O afastamento de Pedro Santana Lopes tarda por tardia visto que nos útimos meses o país esteve mais em auto-gestão do que em gestão por parte do executivo. A pessoa que foi legitimada pelo congresso do seu partido e que prometia trabalho até 2014, cai de forma repentina, mas não totalmente inesperada, pois já haviam fortes indícios da grande instabilidade política. Contudo é de estranhar que o PSD tenha optado por uma via que há partida sabia que era estremamente frágil. Pode tudo isto significar uma grave crise interna no seio do PSD?
Vão, certamente, surgir muitos cenários do que devia ter acontecido, do que aconteceu e do que vai acontecer.
Entretanto vamos ver se o ex-primeiro ministro vai aparecer para reclamar o seu lugar de Presidente da Câmara de Lisboa. A Pedro Santana Lopes deverá ser ponderada, agora, um afastamento de todos os lugares públicos executivos. O pais necessita de se reequilibrar.

Agora que o anjo caiu o país não deve, nem pode, entrar em grande agitação, em grandes cenários de insegurança, em tentativas de aproveitamento a que nível seja, é pois tempo de todos mostrarem que o desenvolvimento de Portugal não passa só por o interesse de alguns mas pelo bem estar de todos.

Mas esta ideia ainda é muito complicada para nós, não é?