Quando tudo parece normal, quando se existe para além do corpo, quando se fazem coisas porque se tem um corpo e uma mente que o acompanha, quando tudo continua a correr e se fica parado a olhar, quando se deseja crescer e o espaço é demasiado pequeno e atrofiante, quando tudo gira sem sentido e as palavras e os actos acompanham o não sentido, quando o desespero transborda o riso e o choro e a apatia lidera o humor…tudo termina num pequeno acto, de loucura ou consciência, fulminante.


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