
De um momento para o outro as cassetes passaram quase ao conceito de Clássico. Não estão extintas mas para lá caminham. Ainda me lembro de uma cassete que gravei dos Nirvana, que me acompanhou durante bastante tempo fosse eu para onde fosse. Actualmente o meu carro ainda possui essa raridade que é o leitor de cassetes e acompanham-me 4 cassetes que, já ouvi vezes sem conta, mas que não posso mudar porque não tenho muitas oportunidades para gravar mais. Com o aparecimento do CD, do DVD, das memórias USB, dos leitores de mp3 e por aí adiante a cassete deixou de ser solicitada.
Ainda podemos ver cassetes à venda gravadas e por gravar, seja em supermecados, estações de serviço ou até mesmo feiras, mas até quando?
Quando é que se dará o colapso das vendas ou até quando será economicamente viável a sua produção? Será que depois iremos assistir ao aparecimento de clubes de cassetes, ao culto da cassete, aos coleccionadores de cassetes raras e feiras para as comercializar, a trocas de cassetes, à venda de cassetes em leilões caros ou em leilões da net, ou revistas sobre a especialidade? Nunca se sabe.