No silêncio da noite as máscaras caem. Ficam de pé os nossos olhos e a nossa carne.
As luzes cegam aqueles que descobrem que se enganam.
No momento da incerteza sobe a esperança
Calam-se as vozes adormecidas e despertam emoções secretas
Navegam pelos sons imagens que se fundem nas nossas veias
Encontram-se palavras que se julgavam perdidas
E no acordar da manhã a noite perpetua na nuvem que parou
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