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Foi por acaso que fui ter à página principal das Selecções Reader´s Digest. Uma revista vendida em todo o mundo (38 países) e traduzida em dezenas de línguas.
Curioso foi o facto de me ter lembrado, repentinamente,  de uma coisa que fazia com muita frequência, primeiramente com a  edicção brasileira e depois com com a revista portuguesa, a secção  Enriqueça o seu Vocabulário. Normalmente eram 20 questões, onde era dada uma palavra e depois três hipóteses de escolha. Eu passava um tempo infinito a fazer aquele exercício, com o objectivo de quebrar sempre o meu recorde, que eram 17 respostas certas. Nunca consegui acertar todas. Curioso era também o facto de, sempre que ia a algum sitio, ou arranjava uma revista das selecções, fazia esse exercício, mas sem nunca ir espreitar as solucções. Só no fim ia ver o meu prémio, que nunca foi total. Andei nisso durante bastante tempo.
Agora e após ter ido visitar o site português das Selecções, descobri que o jogo continua on-line, e basicamente com o mesmo formato. Já estive a jogar e em 20 acertei 16, mas estava com pressa. Penso que agora poderei estar mais próximo de acertar a totalidade das respostas, embora hajam algumas palavras desconhecidas para mim.

Mas para além deste desporto solitário, existiam sempre as histórias fantásticas de efeitos estrondosos, que depois quando contava a alguém, normalmente, não acreditavam muito no que estava a dizer, e por vezes tinha que me munir da revista para mostrar a veracidade dos factos. Além dessas histórias haviam as Piadas da Caserna, os Flagrantes da Vida Real e Rir é o Melhor Remédio. Todas elas estão no site, fazendo-me a acreditar que continuam no formato em papel.

Outro dos momentos interessantes, e que me recordo, era a chegada de uns envelopes gigantes, com umas chaves lá dentro e com uma série de papéis promocionais a livros e a garantir uns milhares de contos (agora devem ser euros). Para isso apenas era necessário saber se o prémio saia naqueles espaços pintados e depois enviar tudo direitinho para as Selecção e já estava. Rápido, fácil e barato. Mas afinal era sempre preciso passar por uma série de sorteios e comprar um daqueles livros das muitas promoções.
Eu gostava de abrir os envelopes e com uma moeda abrir aqueles espaços pintados e brincar com as chaves, quantos ao papeis promocionais, sempre davam para aprender mais alguma coisa e para ficar a sonhar  por daqueles livros cheios de cor, figuras e coisas tão novas e sedutoras.

nota: para os portugueses, Marca de Confiança 2006

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