Na minha busca fui ter a diversas páginas e foi uma delas que me chamou à atenção, especificamente. A página tinha uma série de opiniões sobre a importância que a Rádio tinha para as pessoas, mas eis o meu espanto, e foi esta parte que me chamou à atenção, que as pessoas não valorizavam o Rádio e muitas delas simplesmente não tinham ouvido Rádio no último ano, e alguns apontavam a causa à nova onda dos novos leitores de mp3.
Ora, eu estou no lado oposto da questão. Desde muito novo que ouvia Rádio, delirava a ouvir Rádio e a imaginar de onde vinham aquelas vozes e aquela música. Ouvia de manhã e à noite gostava de encontrar estações onde se ouvia uma língua esquisita, que mais tarde percebi que era árabe (!).
Hoje é comum adormecer a ouvir Rádio e sempre que me levanto já não resisto a sintonizar a Antena 3 e ouvir as Manhãs da 3. Vou e venho do trabalho a ouvir Rádio. É normal para mim. A Rádio é bastante presente e de certa forma é importante para mim pois gosto bastante e faz parte do meu dia a dia. Aliás numa escolha de telemóvel ou leitor de mp3 o factor rádio é sem dúvida preferencial.
Foi portanto uma surpresa para mim.
Viva a Rádio, viva, urra, urra (!).
Viva a Radio! Estou de acordo contigo… a rádio tem um sentido aleatório de nos surpreender. Para o bem e para o mal. Só tenho pena de não conseguir ouvir as minhas rádios preferidas fora da cidade grande… assim que passo a fronteira lá se vai a Radar, a Marginal, a Oxigénio… neste tempo aprendi/descobri a rádio noutra forma: o Podcast. E se queres saber vejo aqui grandes potencialidades de a rádio viver muito mais e melhor. Até para fazer rádios comunitárias, universitárias, pessoais… (porque não dar voz ao sonho de alinhar as musicas preferidas e fazer um programa pela noite dentro, fazendo de conta que temos a voz grave e sussurrada que nos embalava as noites?) Viva a Radio.