
Não é uma consequência é uma coincidência.
Há uns dias atrás este filme (documentário) surgiu como uma hipótese, pois alguém tinha falado nele e tinha aconselhado a sua visualização. Numa ida a um videoclub, vi que o filme estava lá a um canto, a modos que envergonhado. Curiosamente acabei por não levar o filme pois pensei, na altura, que dar 2€ para o ver era assim um pouco…desajustado. Acabei por ter acesso ao filme através de uma biblioteca de forma gratuita!
Ora bem, levei o filme para casa e à noite comecei a vê-lo. Segui as explicações atentamente, vi os gráficos, os slides, as imagens, os esquemas, os quadros, os estudos, as comparações e ouvi a grande comunicação de Al Gore.
Posso dizer que sou um leigo na matéria, mas sou um ser humano que se preocupa com o meio ambiente que o rodeia. Depois deste filme, confesso que fiquei preocupado, mais preocupado. É realmente uma missão, talvez daí Al Gore ter recebido o Nobel da Paz em 2007, tentar sensibilizar todos aqueles que ainda estão cépticos sobre as reais mudanças climatéricas no mundo. Se as dúvidas persistem penso que, para o bem de todos, devem de ser esclarecidas.
Existe, contudo, uma observação ao “Uma Verdade Inconveniente“. Em determinados momentos, são explorados pequenos episódios na vida política de Al Gore que seriam desnecessários, mas no contexto geral é efectivamente um pormenor.
Acabo com a recomendação final do filme: Vejam o filme, transmitam a mensagem, façam alguma coisa mesmo que possa parecer insignificante para proteger o ambiente e diminuir os efeitos nefastos sobre o aquecimento global.
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