A esta distância estar a falar da Passagem de Ano, parece uma coisa despropositada, mas não é. E porquê? Porque o objectivo é falar de um jogo que já tinha experimentado em casa do irmão de um amigo meu e que, na altura, me diverti imenso a jogar. A voz, inconfundível, do Jorge Gabriel, as personagens todas excêntricas, o grafismo do jogo e o melhor, a interactividade e o apelo à competição fazem deste jogo algo de memorável e por isso, ter jogado este jogo de novo na Passagem de Ano foi algo de…diferente. Eram vários os concorrentes/adversários, o que deu uma motivação ainda maior para que, a competição durasse até às tantas da manhã, sem cansaço e com muita concentração. É por isso o jogo ideal para várias ocasiões, mas, essencialmente, para passar uma grande noite com os amigos, na maior diversão.

Em conversa com um amigo, que está no Luxemburgo, ele disse-me que este tipo de jogo é já prática comum em bares e outros espaços e que conta já com outras variações. Compreendo que assim seja, pois este jogo é realmente desafiante e animador, ao contrário de tantos outros em que apenas existe interacção com uma máquina.

Sempre que tiver a oportunidade de jogar vou certamente aproveitar e recomendar.


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