
Este foi um dos filmes que estreou por cá e que passou ao lado de, provavelmente, a maioria das pessoas.
É verdade que isto de ir ao cinema está um pouco em desuso e os preços, altos, não ajudam em nada. Ainda um destes dias ouvia na TSF que houve uma diminuição significativa de público nas salas de cinema portuguesas, apesar das muitas estreias. E porque será? Será pela crise, será porque as pessoas já não gostam de ir ao cinema, será que as pessoas ficam por casa, será que quando se quer beber qualquer coisa e comer umas pipocas, fica tão caro ou mais do que o próprio bilhete? São sempre muitas as questões…
Voltando ao filme, que teve estreia recente nos E.U.A e que está com uma boa aceitação, este explora uma dimensão, que pensamos um pouco distante, mas que na realidade é um dos muitos problemas deste novo milénio, o tráfico de seres humanos para fins sexuais. Neste caso trata-se de tráfico de mulheres, de duas raparigas americanas que chegam à Europa, França, para umas férias e que são raptadas para alimentar a rede de tráfico.
O actor Liam Neeson[Bryan Mills, no filme], pai de uma delas, inicia uma aventura de resgate, que acaba por encontrar um grande jogo de influências ao mais alto nível.
Por cá também se debate este tema e daí ter-se criado o I Plano Nacional Contra o Tráfico de Seres Humanos – 2007 – 2010.
Nunca é demais estar atento e saber. O filme, esse, é mais um elemento de reflexão ficcional, mas perturba, à partida, todas aqueles pessoas que se interessam pelo bem estar do próximo.
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Os filmes “Taken” e “Trafico Humano” devem ser inseridos no programa do MEC.
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