é na dualidade dos sons, da estética das formas não existentes, mas inplicitas , é da aplicação de novos conceitos, da experiência como procura da inovação, da continuidade enquanto forma identitária, do segredo de cada nota, na exatidão de cada batida, da pseudo confusão, da integração de novos cenários, de novas cores, de uma nova dimensão exploratória…na beleza da música e de tudo o que ela encerra, dos sentimentos que não se expressam com simples palavras…

são estas as palavras que me lembro de registar quando oiço as músicas de March of the Zapotec e Real People Holland.  são muito diferentes no conceito, na participação, na exploração do objectivo musical.

não consigo encontrar de forma fácil uma cola para os ligar ao que os Beirut produziram anteriormente e pelos quais fiquei um seguidor confesso da banda. são diferentes e encerram em si grandes músicas, como é o caso de “La Llorona”, “The Akara” ou “My Night With The Prostitute From Marseille”.

é fácil continua a ouvir vezes sem conta é mesmo fácil, e quando alio as músicas ao vídeos que estão disponíveis um pouco por todo o lado, ainda se torna mais fácil.

[site oficial da banda] [myspace oficial] [last.fm]

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