
não é uma cruz ou um xis qualquer, é a capa do álbum de estreia dos The xx, uma banda inglesa, que criaram uma série de músicas fantásticas, daquelas que eu desejaria fazer e que ambicionei sempre ouvir. não é música complexa, é simples, com vozes melodiosas, que se levam de baixo do braço para qualquer lado, que enchem uma sala com a sua magia de adolescência e ao mesmo tão segura.vai levar algum tempo até que estas músicas e letras se esgotem e que criem um vazio de querer mais. conseguiram de forma simples criar músicas eternas, que sem competirem com alguns clássicos existentes, aproximam-se de forma indiscutível.
é curioso de como sou reportado para a(s) minha(s) viagem(ns) de finalistas ou para as noitadas de música em discotecas perdidas em terriolas, mas que passavam a melhor música. é verdade que fiquei rendido, e por culpa da ípsilon, que destaca na edição de 6.ª feira, esta achado. é para mim uma das referências deste ano.
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