param como desesperados e prosseguem

deambulam hirtos e sem esperança

olham e já não vêm as estrelas

e não pensam e não desejam e não sentem

e já não são corpos

são almas que ficaram agarrados à carne

que não existe que não respira que não crê

Partilhe este artigo:

Sem comentários

  1. Sem comentários

Comente