Há 4 anos [nem acredito que já passaram tantos anos] quando fui ver o Wim Mertens ao Europarque, na Feira, fiquei deliciado, mesmo não conhecendo as músicas do álbum que na altura promovia.

Agora surge com o “Zee versus zed”, que segue a linha de música, inteiramente, instrumental. A fluidez continua a ser desconcertante e as notas parecem travar uma conversa connosco numa alegria contagiante.

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