estes suecos devem ter qualquer coisa de extraordinário a acontecer nas suas terras. a música deve ser uns dos bens imateriais com maior índice de exportação daquele país. aliado à quantidade vem a qualidade, que este sexteto prima por continuar a cumprir.

é claramente um estilo que continua a criar fãs por esse mundo fora e que não cansa porque cada banda consegue imprimir e juntar a sua marca digital.

o nome deste grupo é para mim acolhedor, apesar de parecer tempestuoso, mas sempre gostei de ver os trovões a rasgarem o céu e a criarem imagens exraordinárias.

talvez o Pólo Norte seja realmente um espaço de inspiração divina e que consiga inspirar para “pintarem” um quadro como este, de perda e saudade.

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