começo pela capa que me impele ao consumo imediato do álbum, e isto sem pensar duas vezes. mas depois explorando o conteúdo esse impulso é imediatamente fortalecido pela qualidade da sua composição. este quarteto canadiano, mais um dos nomeados para o prémio Polaris consegue criar uma linguagem nativa, fruto da sua juventude e do cruzamento de territórios electrónicos e vocais, que resultam da facilidade de circulação da música e de projectos.

estes Braids criam então, “Native Speaker“, que alia músicas de curta duração, com cenários mais longos, baseados numa introspectiva quase laminar, em que o som pode representar o que no mais intimo vai na sua existência.

não é pois daqueles trabalhos que se grava para por no carro e ir por ai com os cabelos ao vento, é um oposto, mais resguardado, mais intimo, mais entrançado em mundos por descobrir, em cada fechar de olhos e no piscar da mente.

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