e é numa imensidão de preto e branco que ian curtis é mostrado ao mundo de forma crua e real. mesmo sendo uma recriação biográfica da sua existência podemos imaginar todas as lutas interiores que teve que travar para mostrar o seu génio musical.

mas é difícil encontrar palavras para descrever o que é o encontro visual com uma das grandes referências da música da década de 70, principio da década de 80. ouvir as músicas que passavam, obrigatoriamente, em qualquer discoteca, mesmo nas mais “rurais” e colar a história que está por detrás da sua criação eleva ainda mais o culto pela banda e o seu icónico performer.

é pois um registo de visualização obrigatória, que se vê num fôlego e que deixa a sensação de que se queria ir mais fundo. sem deixar a sensação de pena, pela morte prematura de ian curtis, fica a questão fulcral: até onde poderiam ter ido estes Joy Division?

foram longe, porque as músicas perduram e tornaram-se registos intemporais. isso por si só vale a pena. ficou história.

 

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