apenas é possível vislumbrar possíveis ideias quando se olha para esta tela/capa deste excelente “Glimmer”. depois estar a categorizar a essência da música, que estes dois autores oferecem, é estar a tentar meter um elefante num elevador, simplesmente não é possível.

fiquemos pois arrebatados pela beleza das composições que este japonês (responsável pelas primeiras três músicas) e este americano (pelas restantes) conseguiram produzir. mesmo cruzando culturas tão diferentes, com ideais culturais quase que antagónicos, percebemos, mais uma vez, que a música é mesmo uma linguagem universal, pois quase que é imperceptível onde termina a prestação de um e começa a do outro.

para além de tudo isto fica também a grande surpresa de Takumi Uesaka, que nas suas composições se aproxima, intencionalmente ou não, de um estilo sigur rossiano, em que fica a dúvida se é inglês, japonês ou uma nova língua criada, para enriquecer ainda o pacote oferecido.

e mais uma vez, este domingo em que o silêncio impera e que me ergui mais cedo que os demais, fruo cada segundo de forma intensa. e lá fora com um sol vivo e com um frio agitado tudo fica ainda mais grandioso.

+ peter Broderick

+ takumi uesaka 

 

 

Partilhe este artigo:

Sem comentários

  1. Sem comentários

Comente