na verdade não é muito fácil gostar logo à primeira de um álbum que se limita a ter uns sons que fazem lembrar tudo e nada, talvez queira apenas reflectir a recepção dos sinais universais de uma qualquer civilização perdida nos confins de um a galáxia.

as antenas pode sugerir isso mesmo, uma direcção para o infinito que procura apenas criar ligações com algo que é transcendente e que não tem que ser, obrigatoriamente, endeusado.

talvez na suécia olhem e oiçam as coisas de uma forma diferente a que os Carbon Based Lifeforms são mais sensíveis e conseguiram assim captar essa transcendência de coisa nenhuma, mas que acaba por mover o espírito dos inquietos.

as paisagens musicais assemelham-se muito a um imaginário que estamos longe de conhecer mas que gostamos de conseguir conceber. a nossa capacidade criativa é isso mesmo criar ideias onde os outros apenas vêem coisa nenhuma.

 

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