Arquivo da categoria 'poesia'



fecho os olhos neste preciso momento tudo o que aparece a seguir só o consigo porque vejo Partilhe este artigo:Tweet

reencontrei-te, pensei regressaste após perdida consciência mas até quando? até quando morarás em mim? em que momento te desvaneceses, como se nunca tivesses existido Partilhe este artigo:Tweet

imagina espuma nos lábios a dançar um bailado efémero a perder-se na expressão de cada palavra e a voltar à natureza de novo Partilhe este artigo:Tweet

sono

 no momento em que me invades apenas me recordo do prazer de te ter, calmo e profundamente estático. há qualquer coisa de mágico, há o desconhecido, a fantasia. apenas tu e eu e ideias tantas vezes difusas e indecifráveis. Partilhe este artigo:Tweet

um sopro de vidareanima o teu coração.parte depois para parte incerta,na busca da perfeição.apenas imagina o regresso, apenas deseja o limiar da eternidade. nesse breve e pequeno instante eternobaloiças no riso da emoçãoresplandesce a carnee embalas no espírito ficas dentro de ti à espera de mim Partilhe este artigo:Tweet

Entra.Aqui podes rir, chorar, saltar, descançar, ler,escrever, ouvir música,dizer mal do mundo,do teu mundo, dos mundos,estar em silêncio,… estás em minha casa. Partilhe este artigo:Tweet

este solesta pequena vidaesta chuva e ventoeste primário desconfortoeste desejo e sonhoeste acordar desfeito este pensareste exercício espontâneo este ser e não seresta vida este amor Partilhe este artigo:Tweet

No silêncio da noite as máscaras caem. Ficam de pé os nossos olhos e a nossa carne. As luzes cegam aqueles que descobrem que se enganam. No momento da incerteza sobe a esperança Calam-se as vozes adormecidas e despertam emoções secretas Navegam pelos sons imagens que se fundem nas nossas veias Encontram-se palavras que se […]

lá fora a paisagem passa o verde assume destaque o céu pulvilhado de nuvens encerra em si o sol cada vez mais fraco. a imagem é de uma beleza que me sensibiliza. cá dentro estão rostos desconhecidos olham, falam,  dormem, cruzam-se olhares vazios em corpos cheios. lá fora a imagem é de uma beleza que […]

não sei se repararammas depois da chuvaque cai e caiuas cores parecem ter regressadoe a sua intensidadee tão grande que me faz perguntar:– onde estavam todas elas? Partilhe este artigo:Tweet




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